Você sabe: a chuva é essencial para o ciclo natural da Terra: as plantas, os animais e o próprio homem precisam dela. É a conseqüência natural do vapor emitido devido ao calor dos raios solares sobre a água, formando as nuvens, que depois derrubam o “excesso” de vapor em forma de água líquida novamente. E devido ao calor intenso em algumas regiões, não tem sido raro ouvirmos a frase “chuva mata cinco pessoas em ‘tal’ estado, de ‘tal’ país”.
É comum, ao questionarmos alguém por jogar lixo na rua, que a pessoa responda agressivamente, ou que argumente negando a presença de recipiente adequado nas proximidades. Moradores de áreas de risco, próximo a córregos, desperdiçam seu lixo no que deveria ser um caminho de águas limpas dizendo que “o rio já virou lixo”.
Assim, quando o Céu abre suas “comportas” eliminando a água que já se acumulara em forma de nuvens, a população se torna espiritualizada, já que a única coisa a fazer é rezar para que a casa, a rua, a cidade não seja inundada. E normalmente, se chover mais que trinta minutos, é caos certeiro. E Deus, ou o Diabo, não tem nada a ver “o pato”.
Enquanto isso, população culpa o governo, e o governo culpa a população. Poucas pessoas, bem poucas, trazem para si a RESPONSABILIDADE. Culpa? Não. Responsabilidade. Pelo excesso de calor que nós geramos, pelo excesso de recursos naturais que usurpamos, pelo lixo em demasia, pela falta de educação, pela vaidade, pela ausência da solidariedade e por aí vai...
Esperamos que Shakespeare erre ás vezes, porque ele disse que “O mal que os homens fazem vive após eles, o bem é sempre enterrado com seus ossos.”
Chuva não mata. Homens matam.
Colaboração: Tania Vieira
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